Histórias a Preto e Branco – Adam’s Peak, Sri Lanka 2010

Peregrinos protegidos do frio à espera da Pooja no topo do templo do Adam’s Peak.

Em viagem: Sri Lanka e Maldivas.

Já se chamou Taprobana, Serendib e Ceilão. Em 1972 voltou a adoptar o nome original - Lanka - ao qual juntaram o prefixo Sri, que expressa resplandecência e bons auspícios. A terra do chá, das paisagens maravilhosas, das praias enfeitadas com coqueiros e dos templos coloridos tem tudo para ser um paraíso terrestre. No Sri Lanka, só falta o bom entendimento entre cingaleses e tamil. Apesar dos problemas de segurança que têm afectado o Sri Lanka, o país continua a ser um extraordinário destino de viagem. As cidades de antigas de Anuradhapura, Polonnaruwa e Sigiriya - relíquias da Era Dourada do Sri Lanka -, o Parque Nacional Yala, a cidade fortaleza de Galle e as praias do Sul do país, para além da capital Colombo, são motivos mais que suficientes para pensar que vale a pena. Depois para completar umas férias de sonho e para relaxar nas suas praias magníficas, fazer mergulho ou passear de barco.... as Maldivas! Durante um longo período, a República das Maldivas foi um dos segredos mais bem guardados do mundo; uma cadeia de ilhas baixas de coral no Oceano Índico, um paraíso para os mergulhadores, entusiastas dos desportos aquáticos e amantes do sol. Terminamos por aqui antes que as alterações climáticas as levem. Vamos de viagem. Prometemos contar tudo.

Idaho Great, o juízo final

Regressava de mais uma gloriosa batalha, como das outras vezes, ele e o seu exército, tinham realizado uma performance notável, digna de um grande lutador. Capitão de batalhas e tréguas, Abílio Jirinofski, tinha um estatuto ímpar nos lutadores do universo e há muito que tinha ensinado os seus opositores a respeita-lo, de tal forma que já poucos existiam. A batalha ganha neste Setembro do ano de 2078 tinha-o consagrado um verdadeiro Mestre das Governações da Terra, e as dúvidas que pudessem existir tinham sida desfeitas. A terra passava um período difícil, as constantes mudanças provocadas por gerações descuidadas acrescentavam mais um passo à sua destruição, encurtando o caminho para o seu fim. Há muito que se tinham perdido os bons hábitos da década de 90, já não se ouvia falar de musica, quanto mais ouvi-la, as sucessivas ondas dos “entas”, já iam bem longe, sem que outras as substituíssem. De Manchester ou Seattle, já só os bastante antigos se lembravam, para não falar de coisas boas como, Cole, Cohen, e Cale, ou do mito, Bjorg. O verde já quase que não havia, a Terra era uma bola cinzenta, onde já não havia países, mas Governações, lideradas por homens austeros, que impunham ao seu povo o que outrora foi precioso, e que hoje era uma tortura total. Trabalho e mais trabalho era agora o lema, não a qualquer tipo de diversão, quais músicas, quais saídas à noite, nada, apenas trabalho. Homens como o nosso Capito Jirinofski, tinham tornado o mundo feio, sem piada, sem desportos radicais, sem música, sem borgas, sem nada. A batalha de hoje tinha sido num local onde noutros tempos havia uma grande e magnifica cidade, nos tempos que se vivia a sério, que se ia à praia, e se bebiam uns copos nas explanadas. A razão tinha sido mesmo essa, uma governação demasiado permissiva, que deixava o seu povo trabalhar e ainda divertir-se alguma coisa. Tal facto indignou profundamente, no só o Capitão Jírinofski, como todo o conselho das governações terrestres, desencadeando a dita batalha. De regresso, Abílio Jirinofski, no seu avião Air Extra Sonic, olha ao seu redor e vê que tudo está a ficar vermelho; pensou em primeiro lugar, que devia ser sua impressão, pois havia travado forte batalha, que o deixara exausto. Mas não. Ao seu redor, o que era vermelho foi aclarando passando a laranja, e de laranja a amarelo, um amarelo tão forte e intenso que o fez fechar os olhos por breves instantes. Foi ai que sentiu um forte embate, e ao abrir os olhos, encontrando-se ainda no coquepit do seu Air Sonic, estava sem efectuar qualquer comando, a aterrar. A máquina parou sem qualquer manobra. Olhou em volta, esfregou os olhos, e voltou a olhar! Tudo era diferente, nada era como o que estava habituado. Onde estaria? Perguntou a ele mesmo. Será que tinha morrido? Mas sentia-se tão vivo, e também não podia estar a sonhar. Já fora do Sonic, e após alguns passos, a paisagem estendia-se a perder de vista com o mar a cintilar, o brilhar do sol que se lhe impunha, intrigam-no cada vez mais. Sendo um conhecedor do Mundo, garante que naquelas paragens já mais havia estado. Poucas alternativas tinha senão seguir a estrada, longa e aparentemente sem fim, que ladeava o campo verde onde tinha aterrado o seu Sonic. Assim o fez. O Sol parecia brilhar cada vez mais, ou então era a sua fraca preparação física que começava a dar sinal. A fadiga era cada vez uma barreira mais difícil de transpor. Parou. Respirou fundo, olhou em frente, e já quando tinha desviado o olhar e se preparava para dar o próximo passo, voltou a olhar. Embora tenha duvidado, os seus olhos não lhe tinham mentido, ao fundo um aglomerado de casas se avistava. Abílio Jirinofski, parte, parecendo ter forças renovadas. As cores alegres dos edifícios deixam Abílio boquiaberto, questionando-se cada vez mais sobre o local onde estaria. A primeira referência - Idaho Great, Agora sim! Intrigado, baralhado e só para ele, sim, porque a um homem forte como Jirinofski, não fica bem dizer estas coisas… com medo. Fazia horas que andava às voltas, neste local, que parecia deserto. Sentou-se! O cansaço acumulado, fê-lo passar pelo sono, que um barulho estridente fê-lo acordar. Já todas as janelas estavam abertas e já circulavam pessoas na rua. Pessoas bonitas, com boas cores, fortes e saudáveis, que muito pouco tinham a ver com a Terra de 2078, do nosso Capitão Jirinofski. Ganhou coragem e questionou um homem que passava, sobre este estranho local. Depois de o olhar com ar desconfiado, explicou-lhe que se tratava de um lugar único, onde só estavam pessoas que tenham desempenhado papéis fundamentais na existência da Humanidade. Jirinofski questionou, Como por exemplo? Músicos, desportistas, exploradores, e alguns políticos, exclamou o homem. Jirinofskl perguntou ainda, então que faço eu aqui? O homem sorriu, ele próprio já tinha feito à um tempo esta questão a si mesmo. Pausadamente, este homem da mancha na careça que outrora tinha sido um político de mudança, convida-o a sentar e inicia a sua explicação. Diz-lhe que para este lugar ilustre só vêm grandes homens que aqui ficam para trocar experiências, para fazer nascer uma super sociedade, que um dia irá salvar a Terra. Todos chegam assim, sem saber porquê! Exclama. Mas nem todos ficam, a nobreza que os faz chegar, também pode ser de maldade, é a sua resistência á prova, que determinará se ficam ou não. Se for fraca, terão de partir. Prova! Qual prova? Pergunta Jirinofski. O homem explica: Cada um que chega é submetido a uma prova, um desafio, entre ele, e um dos nossos, alguém muito bom escolhido para o efeito, no seu caso, também um lutador, como o senhor. E se eu perder? Nesse caso volta para o lugar onde veio, voltará a nascer, ocupando o lugar mais baixo que existir, para não prejudicar o bom funcionamento do planeta. Ser assim do povo! Exclama assustado. Sim, ou escravo se existir, para que não possa Influir no poder, uma vez que não o merece. O homem abandona-o, ficando Jirinofski sem palavras para fazer qualquer comentário. A sua bravura não o deixa desistir, pois também não o podia fazer. Restava-lhe apenas aguardar até ao dia da decisão do seu parceiro de luta. Pouco havia para fazer neste local e rapidamente chegou o veredicto. O Capitão Abílio Jirinofski teria que se defrontar com o Infante D. Henrique. Setecentos anos depois do seu nascimento persistia um homem de espírito bravo, movido pela paixão de conhecer e pelo espírito de aventura. Já distante do cruzado que foi, há muito que se tinha deixado de naus e se voltara para outras aventuras. Ao parceiro de batalha tinha ainda sido deixada a tarefa de escolher a prova. O Infante sofreu as influências dos seus tempos, quando a vida era ela própria uma aventura. Por isto e para ele, agora só qualquer coisa igualmente arriscada e também de aventura. O infante escolhe um salto de “bungee jumping” de uma grande ponte, com direito a mergulho e tudo. Confiante, Jirinofski recebe a notícia, e de pronto tremeu dos pés à cabeça. Mal preparado fisicamente sabia que não ia resistir, desporto, era actividade que não constava na sua vida de grande líder de batalhas. O grande dia chegou, e ao ver caminha o na sua direcção Infante, perdeu qualquer tipo de ilusões. Então, é você que vai saltar comigo! Muito bem! exclama do Infante. Jirinofski estava gelado. Apesar de não estar habituado a ter receio das coisas, na verdade também nunca se tinha visto tão só, sem soldados, sem o seu Air Extra Sonic, sem armas, sem nada. Estava verdadeiramente entalado. O assistente do Infante, um homem de aspecto sempre jovem, músico de profissão, em tempos famoso por baladas e canções de rádio, inicia os preparativos. Primeiro o Infante, cinta de apoio, uma perna, outra perna, ilhós do elástico, já está. Agora o grande Capitão Abílio Jirinofski. Sting inicia o mesmo processo, cinta de apoio, uma perna, outra perna. Ilhós do elástico, 0K, pronto para saltar. Tudo pronto, Um, Dois, ... Abílio Jirinofski fixa o rio lá em baixo, ao mesmo tempo que perde todas as suas forças. O negro brilhante do rio, quase que o cega, e este mesmo negro, passa a um tom rosa, de rosa a vermelho, de vermelho a laranja e de laranja a um amarelo tão forte que o obriga a fechar os olhos. Derrotado. Não teve tempo para pensar em nada e abre os olhos. Em vez de elástico à cintura tinha o seu arnês de protecção de sempre, a paisagem parecia menos bonita, apesar do sol brilhar em fim de dia no horizonte. Estava apenas no cimo da ponte, com um martelo pneumático na mão. Desta vez, não necessitou de se questionar muito, tinha sido vencido pelos sonhos. O velho Capitão Abílio Jirinofski, não é mais Capitão e muito menos o Mestre das Governações da Terra, é apenas um operário, como tantos outros, nesta ponte que parece não ter mais fim.

Se puderem façam este pequeno GRANDE exercício:

Visitem todos os lugares
Vejam para além das nuvens
Vão até ao vosso limite (sem medos!)
Ofereçam conhecimento
Aclarem os pensamentos
Olhem
Olhem de novo
Descubram novos trilhos, que valha a pena percorrer.

A minha primeira vez?

Não, não tive a sorte de ter um pai surfista e de, por isso, dar os primeiros passos na praia rodeados de cheiro de neopren e de wax, em alguma carrinha pão de forma pintada de cores berrantes. Também não tive a de um irmão mais velho, a quem podia ter roubado as pranchas velhas e partir para a experiência até lhe provar que também era capaz. Pelo contrário. Apesar do ambiente propício e de estar no sítio certo na idade certa fui desencorajado e levado a desistir pelos perigos do mar que os outros me faziam querem que existiam. Foi preciso passarem mais de vinte cinco anos para voltar ao assunto. Até lá a vida não me foi fácil de afazeres e não deixei por mãos alheias outras experiências, outras viagens e outras tentativas. Até que, por mim, pela minha vida e pela minha vontade, chegou a vez do surf. Então sim, aos 40, porque não, entrei confiante no mar de prancha na mão, pronto para a minha primeira vez. Tarde? Julgo que não e menos ainda para por em prática um plano antigo. Senti a emoção dos tempos idos e confesso que a coisa e menos simples do que eu supunha, apesar de ter corrido bem. Mas o problema da primeira vez é que pode não a última mas efectivamente a primeira de muitas. Vou na minha terceira vez e já me sinto infectado. Digo infectado porque tenho um amigo bem mais novo que me dizia …espera só até o bichinho te morder. Na verdade, sinto que o surf é daquelas coisas que não nos deixa indiferentes e não nos deixa passar só por ele, pelo contrário, entra-nos debaixo da pele se não mesmo no sangue. Não escondo que para tudo isto muito contribuiu as pessoas que fui encontrando pelo caminho e que me cimentaram a confiança, numa coincidência que agora me parece incrível. Agora fico aqui à espera ansioso que seja outra vez outra vez sexta-feira para rumar à Costa da Caparica, faça sol ou faça chuva para mais uma aula de surf. Será mais uma hora a cair para depois remar de novo para fora e na onda a seguir, no momento a seguir, passar a secção e tentar acertar a manobra. O Surf, como tudo na vida, está repleto de imensa dificuldade e imprevisibilidade onde a palavra de ordem é “perseverança”. Quem sabe se é por isso que é tão atractivo. Este será o meu lema até ganhar confiança para me lançar nesta nova aventura de vida a solo.

.....de volta da Malásia

Huffff, estamos de volta. Foi um grande passeio. Correu tudo às 1000 maravilhas o tempo ajudou exceptuado um dia de temporal em Kuala Lumpur, mas nada de importante. Andamos tanto de avião que acho que dei a volta ao mundo. A minha alma ficou naquela ilha….acho que isso diz tudo. KL é normal, mas interessante (mas com nota mais baixa que Singapura) e Malaca fica-se pelo curioso e pelo colorido típico da Ásia, com templos chineses e indianos que convivem portas meias com mesquitas e santuários sicks. Quanto ao Parque Natural de Taman Nagara é muito giro, sobretudo chegar lá: 3 horas de piroga rio acima no meio da selva com o canto dos pássaros por companhia, as crianças das tribos nativas que brincam na água e um ou outro animal que nos vai surpreendendo, ao mesmo tempo que ia vendo quando é que as nossas malas caiam ao rio, função do equilíbrio instável de como foram colocadas em pilha na pequena proa. Aviso aos viajantes: para ficar no parque naturas, nada o Mutiara Resort!!! Este é um hotel, o resto é mato….ficamos no Rainforest !!! é simples e pouco limpo. Tivemos azar na estadia pois estava a ser filmado um concurso indiano tipo “sobreviventes” na selva e a equipa de televisão fez do Mutiara quartel-general. Resultado, havia gente da equipa em todo o lado e só comida indiana incluindo ao pequeno-almoço. Também não deve ir para o Parque Natural que tenha medo de bichos… há aranhas de dia e osgas de noite em todo o lado. O truque é nunca deixar nada aberto do quarto e fazer a inspecção diária após a limpeza…nunca se sabe o que está debaixo da cama ou atrás do móvel. Já sobre a ilha de Pulau Perhentian, é o paraíso na terra, e uma aposta certa. Não vi as outras mas gostei desta! Entre avião, carro e barco, lá chegamos no dia programado e com o sol e o bom tempo a dar uma ajuda. Ficamos no BUBU Island Resort um oásis com 30 quartos em cima da praia (tipo pé na areia até para jantar!) super simples (sem TV), mas muito cómodo e muito limpo e sobretudo com uma cozinha de comer e chorar por mais. Enfim, há assim umas quebras de luz eléctrica de vez enquanto …por vez o sumo do pequeno-almoço só aparece às 10h porque o barco que trazia as melancias atrasou um pouco…, nada de grave. Tivemos tempo para tudo, para relaxar ao sol, para fazer snorkling e ver os corais, para mergulho com tartarugas e tubarões (é que estou mesmo a falar a sério! Ainda não sei como fui capaz!)….pic-nic numa praia surpresa organizado pelo hotel, com direito cesta de comida quente, fruta e vinho branco fresco em copos de vidro…em plena praia …. isto tudo com água a 27 graus…. O que se pode querer mais? As pessoas do hotel são super simpáticas e os acepipes dos chefes, um tailandês e outro do Bangladesh são imperdíveis. Este último à noite, trocava a cozinha pelo “barbecue” que também era um enorme sucesso. Era engraçado ir vendo uns a chegar e outros a partir e nós a dizer….hummmmmmmm, ainda ficamos mais 3 dias. Foi mesmo muito Bom!

EM VIAGEM: Malásia, Truly Asia

À primeira vista, é uma verdadeira confusão. A Malásia fica numa península no sul da Ásia, banhada de um lado pelo Mar da China Meridional, do outro pelo Estreito de Malaca. Mas esta ideia só é válida para uma parte do país (a que está no mapa em cima), porque o território, de quase 330 mil quilómetros quadrados, é descontínuo: temos ainda Sabah e Sarawak, porções de terra que ficam mais ao sul, na Ilha de Bornéu, junto da Indonésia. Ou melhor, junto de uma parte da Indonésia, que por sua vez também existe aos pedaços com ilhas e mais ilhas. Mas nada de desesperos, pois muitos não desfazem essa confusão à primeira vista. Outro desafio sobre a Malásia é entender seu sistema político e sua diversidade religiosa. Dos treze estados, nove são sultanatos, e a cada cinco anos um dos sultões é escolhido como chefe de Estado. A maioria dos 23 milhões de habitantes é muçulmana (embora não do tipo linha-dura) e convive com hinduístas e budistas. Mas isto definitivamente não é tudo nem a parte mais interessante do que há para descobrir sobre a Malásia. Respire fundo! o país é coberto por uma das mais antigas e ricas florestas tropicais do planeta, tem praias perfeitas (equipadas, como toda praia perfeita, com resorts perfeitos), mergulho de primeira, artesanato lindo, uma gastronomia que em nada fica devendo às cozinhas mais famosas de outras partes do Sudeste Asiático e uma capital mais do que moderna, cujo nome é divertido de pronunciar: Kuala Lumpur. O melhor de tudo é que a Malásia ainda não é uma meca do turismo no pior sentido. É por tudo isto que partimos a descoberta desta País, ainda que confinados à parte peninsular. A expectativa é grande. Vamos começar pela grande Kuala Lumpur, Capital das torres sem fim, dos templos, das galerias, dos mercados, Kuala Lumpur é um endereço obrigatório do Oriente, uma lição de história (incluindo a ex-portuguesa Cidade de Malaca) e um banho na grande diversidade cultural que tanto marca a cidade. No plano está também o mais importante parque nacional da Malásia, o Taman Negara, para isso teremos de cegar a Kuala Tahan, cidade onde situa-se a entrada para o parque que se faz de barco. Diz-se que é floresta mais antiga do planeta, onde existem trilhos pela floresta, e pontes suspensas na copa das arvores. Aqui ainda vive uma das tribos aborígenes (Orang Asli) mais antigas deste continente. Daqui vamos para norte, já para perto da Indonésia para as Ilhas Perhentian. Contam que são um paraiso na terra, até porque são consideradas um santuário marítimo. Já tinha lido sobre estas lindas ilhas no nordeste da Malásia e fiquei cheio de vontade para ir. Aqui será o fim da nossa aventura, juntado um pouco de relax para retemperar forças para o regresso. Vamos ver se será possível ir juntando umas fotos elo caminho.

Até breve.